Desafios do etarismo na visão dos servidores públicos 60+ : o combate ao preconceito e a valorização da diversidade etária
| dc.contributor.advisor | Patrícia Kinast de Camillis | |
| dc.creator | Marta Maria Urcino dos Santos Milhomens | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T18:14:32Z | |
| dc.date.available | 2025-09-09T18:14:32Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | The scope of this study is to analyze the challenges of ageism from the perspective of public servants 60+, considering ways to combat prejudice and promote age diversity in the State Court of Justice. Initially, the term ageism was used only in relation to aging, but today it refers to any type of discrimination based on age. In Brazil, this discrimination is prohibited by the Federal Constitution of 1988, Law No. 9,029/1995, and the Statute of the Elderly (Law No. 10,741/2003). Despite this legal framework, ageism is one of the main mechanisms that violate the human right to work. Therefore, given the importance of understanding the aging of the Brazilian population and public policies on the value and quality of life of this group within organizations, the question that guides this study is: “How can age barriers and prejudice against people aged 60+ be combated in the workplace in order to contribute to the improvement of the organizational environment through age diversity?” The overall objective of the research is to “analyze ways in which prejudice against people aged 60+ can be combated in the state court workplace in order to value age diversity.” The methodological approach used to answer the research question and meet the objectives of this study was qualitative, describing how the phenomenon manifests itself in the context of Brazilian organizations and, particularly, in the State Court of Justice. The approach involved conducting nine interviews with Court of Justice employees aged between 60 and 76. Considering the results of the thematic analysis, respondents recognize that discrimination against people over 60 exists due to cultural issues, but that this discrimination does not exist in the state court, either by age or length of service, unless it is disguised or concealed. As for teamwork, there is an exchange of information and learning among employees through qualification and training programs that are available to workers of all ages. In this way, with proactive practices to combat ageism and encourage intergenerational teamwork, the Court promotes an inclusive and equitable work environment. Regarding aging, respondents understand that people over 60 have difficulty finding employment and, in terms of the labor market, believe that people aged 60+ have difficulty adapting to new technologies and changes in the work environment. However, according to respondents, a culture of inclusion and respect for age diversity could combat ageism and prejudice against these individuals and establish a positive work environment for all employees of the state court of appeals. Notwithstanding the results of this study, it is recommended that future research diversify participants to explore the opinions, perceptions, and experiences of employees from other locations and characteristics in order to broaden understanding of the topic under discussion. | |
| dc.description.resumo | O escopo deste estudo é analisar os desafios do etarismo pela ótica de servidores públicos 60+, considerando as formas de combate ao preconceito, assim como a valorização da diversidade etária no Tribunal de Justiça Estadual. A princípio, o termo etarismo era usado apenas para as hipóteses de envelhecimento, mas atualmente aponta para qualquer tipo de discriminação em relação à idade. No Brasil, esta discriminação é proibida pela Constituição Federal de 1988, pela Lei nº 9.029/1995 e pelo Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003). Apesar de todo esse arcabouço legal, o etarismo figura dentre os principais mecanismos violadores do direito ao humano ao trabalho. Assim sendo, como é importante compreender o envelhecimento da população brasileira e as políticas públicas sobre a valorização e qualidade de vida desse público dentro das organizações, a questão que direciona este estudo é: “De que forma as barreiras etárias e o preconceito com pessoas 60+ podem ser combatidos no local de trabalho a fim de contribuir para a melhoria do ambiente organizacional por meio da diversidade etária?”. O objetivo geral da pesquisa é “Analisar as formas como o preconceito com pessoas 60+ pode ser combatido no ambiente laboral do Tribunal estadual a fim de valorizar a diversidade etária”. O percurso metodológico para responder à pergunta de pesquisa e atender aos objetivos deste estudo foi a abordagem qualitativa, que descreve o modo de o fenômeno se manifestar no contexto das organizações brasileiras e, particularmente, no Tribunal de Justiça estadual. A abordagem envolveu a realização de 9 entrevistas com colaboradores do Tribunal de Justiça, cujas idades eram entre 60 e 76 anos. Considerando os resultados da análise temática, os respondentes reconhecem existir discriminação com pessoas acima de 60 anos devido a uma questão cultural, mas que essa discriminação não existe no Tribunal estadual, nem por idade, nem por tempo de serviço, a não ser que seja disfarçada, dissimulada. Quanto ao trabalho em equipe, há um intercâmbio de informações e de aprendizado entre os colaboradores por intermédio de programas de qualificação e treinamento que são disponibilizados aos trabalhadores de todas as idades. Desta forma, com práticas proativas de combate ao etarismo e de estímulo à convivência das equipes intergeracionais, o Tribunal promove um ambiente de trabalho inclusivo e equitativo. Quanto ao envelhecimento, os entrevistados entendem que a pessoa acima de 60 anos tem dificuldade de conseguir emprego e, quanto ao mercado de trabalho, acreditam que pessoas 60+ têm dificuldade se adaptar às novas tecnologias e às mudanças no ambiente laboral. Contudo, segundo os respondentes, uma cultura de inclusão e respeito à diversidade etária poderia combater o etarismo e o preconceito em relação a essas pessoas e estabelecer um ambiente laboral positivo para todos os colaboradores do Tribunal de Justiça estadual. Não obstante os resultados desta pesquisa, recomenda-se diversificar os participantes em futuras investigações para explorar as opiniões, percepções e experiências de servidores de outros locais e características a fim de ampliar a compreensão acerca do tema ora desenvolvido. | |
| dc.identifier.citation | MILHOMENS, Marta Maria Urcino dos Santos. Desafios do etarismo na visão dos servidores públicos 60+: o combate ao preconceito e a valorização da diversidade etária. Goiânia (GO), 2025. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unialfa.com.br/handle/123456789/626 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Centro Universitário Alves Faria | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.initials | UNIALFA | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Administração | |
| dc.subject | Desafios do etarismo | |
| dc.subject | Valorização da diversidade etária | |
| dc.subject | Combate ao preconceito | |
| dc.title | Desafios do etarismo na visão dos servidores públicos 60+ : o combate ao preconceito e a valorização da diversidade etária |
Arquivos
Pacote Original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- Milhomens, Marta Maria Urcino dos Santos - Dissert.pdf
- Tamanho:
- 1.24 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format